‘Domingo Espetacular’ |Em entrevista exclusiva, Marcinho VP revela como ajudou Sérgio Cabral em campanha à prefeitura do Rio de Janeiro


Como já imaginávamos, a política e o crime organizado muita das vezes caminham do mesmo lado, onde um acaba beneficiando o outro.

Essa comprovação foi confirmada pelos repórteres do ‘Domingo Espetacular’, revista eletrônica da Record TV.

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Traficante Marcinho VP ajudou Sérgio Cabral à virar prefeito do Rio de Janeiro.

Em entrevista exclusiva, Marcinho VP, um dos maiores traficantes do Brasil revelará como ajudou o Sérgio Cabral em campanha à prefeitura do Rio de Janeiro.

Ele revela ao programa os bastidores das negociações entre o político e o Comando Vermelho nos anos 1990, quando Cabral disputou a prefeitura do Rio de Janeiro e teria passado a frequentar o Morro do Alemão. “Ele aparecia por lá, era um mero deputado estadual, presidente da Alerj na época”, afirma. Essas visitas teriam como objetivo obter o apoio dos traficantes a sua companha. “Ajudei! Na campanha em 1996, centenas de cabos eleitorais. Tudo 0800! Ele não gastou um real!

O primeiro encontro, lembra o traficante, ocorreu durante um show no Complexo do Alemão, e ele recebeu Cabral armado com um fuzil Sig Sauer e duas pistolas na cintura. “Foi em um domingo, no show do Molejo, na época. Um showmício do Molejo. Aí, subiu pro meu camarote, ficou lá no meu camarote, comeu, bebeu, me abraçou! Me elogiou pra caramba!”.

Ao fazer um balanço deste episódio, Marcinho VP diz sentir-se traído por Cabral. “O maior Judas que eu conheci na minha vida!”, desabafa. “Centenas de pessoas apoiaram ele. Ele foi lá no meu palanque, fez discurso, contou as histórias dele e me enganou direitinho! Naquela época, ele era um político jovem e com ambição suficiente pra poder chegar onde ele chegou, mas… Parecia ser de uma nova geração de políticos diferentes, mas confesso que ele me enganou direitinho!”.

Marcinho VP, que foi preso um mês antes de Cabral ser eleito governador do Rio de Janeiro, em 2007, comenta sua transferência para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no interior do Paraná, logo após posse do político. “Queima de arquivo, né? Pra tentar calar minha boca. Mas ele me transferiu… Pra mim, não faz diferença. Era o trabalho dele. Ele era governador. É o trabalho dele. Assim, a minha indignação com ele é que ele cuspiu no prato que comeu, fez muito mal pra população carioca. Sérgio Cabral Filho foi o maior charlatão, maior facínora que eu já conheci na minha vida!”

Veja a entrevista na íntegra abaixo:

Leia mais em: MIX OU MISTO

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